Mestrado e Doutorado em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente

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pesquisa_laboratorial-2O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente conta com instalações equipadas para pesquisas laboratoriais e clínicas nas três unidades do Complexo Pequeno Príncipe. Cada uma das sete linhas de pesquisa conta com sua respectiva estrutura física, de equipamentos e de recursos humanos.
Os trabalhos desenvolvidos têm por objetivo identificar o diagnóstico e o tratamento de doenças da infância e adolescência, sobretudo no que diz respeito à biologia molecular e celular, a terapia celular e os procedimentos cirúrgicos complexos (especialmente os transplantes).

Confira alguns projetos desenvolvidos atualmente com foco na pesquisa para aumentar o percentual de cura de doenças complexas da criança e do adolescente comuns no estado do Paraná, principalmente as que apresentam limitações no diagnóstico e/ou tratamento:

  • Projetos na área de informática médica desenvolvendo software livres para aplicação direta em pesquisa ou para obter soluções dentro e fora do hospital (telemedicina, prontuários eletrônicos, heredogramas, integração de projetos, geoprocessamento, entre outros);

 

  • Vários projetos sobre screening neonatal para população de recém-nascidos do Paraná, como a “Pesquisa para Diagnóstico Precoce do Câncer de Córtex Adrenal: Desenvolvimento de Método Próprio para Detecção Precoce em Teste de DNA”. Inédito em todo mundo, o projeto procura a mutação que causa o tumor, fazendo com que as chances de cura passem de 50% para 95%;

 

  • Projetos voltados para identificar problemas em crianças nas escolas públicas do Paraná, como o “Transtornos Neurocognitivos e Comportamentais de Crianças e Adolescentes”, que tem o objetivo de testar a hipótese de que existe uma correlação entre transtornos neurocognitivos e comportamentais, alterações neuroquímicas e micronutricionais em um grupo de crianças com o diagnóstico de alguns dos principais transtornos. Cerca de 600 crianças de Curitiba (PR) estão envolvidas;

 

  • Projetos voltados para terapia celular para a recuperação da função muscular, óssea, células sanguíneas e contra o câncer por meio da imunoterapia;

 

  • Projetos voltados para terapia celular para recuperação da função muscular, óssea, células sanguíneas e contra o câncer por meio da imunoterapia;

 

  • Projetos de biologia molecular para diagnóstico de problemas autoimunes da criança como diabetes mellitus tipo I, ou para o diagnóstico de leucemias, câncer de córtex adrenal e outros;

 

  • Projetos relacionados com mecanismos das lesões e controle do loxoscelismo. As lesões causadas pelas toxinas da aranha marrom é um problema endêmico do Paraná;

 

  • Projetos relacionados aos transplantes de órgãos e procedimentos cirúrgicos complexos; e

 

  • Projetos voltados para a questão do ambiente e de epidemiologia molecular, como o “Projeto de Geomedicina”, inédito no Brasil, que estuda a relação entre os fatores ambientais e a saúde pública. Reúne 32 pesquisadores de áreas como Medicina, Física, Informática, Química e Geologia, e está criando um grande banco de dados, que auxiliará políticas públicas. Mais de 120 tipos de elementos ou substâncias químicas consideradas nocivas são medidas em 736 pontos do solo paranaense e comparadas com as condições de saúde das regiões do Paraná. Os colaboradores deste projeto de Geomedicina são Mineropar do Paraná, UFPR e Embrapa.

 

Contato

Faculdades Pequeno Príncipe

Av. Iguaçu, 333 . Rebouças - CEP: 80230-020
Curitiba/ Paraná - Brasil

Tel.: +55 41 3310-1500