Pesquisa Laboratorial

IPPPPInfra-estrutura do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (IPPPP)

 

Este Instituto possui atualmente instalações equipadas para pesquisas laboratoriais e clínicas nas três unidades do Complexo Pequeno Príncipe. Cada uma das linhas de pesquisa tem a sua respectiva estrutura física, de equipamentos e de recursos humanos visando atender aos seus respectivos projetos de pesquisa. As áreas de concentração (de maior interesse para o Programa) visam o diagnóstico e o tratamento de doenças da criança, o que ao nível laboratorial prioriza a biologia molecular e celular, a terapia celular e os procedimentos cirúrgicos complexos (sobretudo transplantes).

No lay-out apresentado abaixo, localizam-se laboratórios para histologia e citogenética, análises de proteína por meio de imunoensaios e Western blotting, biologia molecular com exame de DNA (PCR em tempo real, seqüenciamento de DNA, exame da expressão gênica, cultivo celular, etc.

Foco em pesquisa para aumentar o percentual de cura de doenças complexas da criança e do adolescente comuns no estado do Paraná, principalmente as que apresentam limitações no diagnóstico e/ou tratamento; compreendendo 33 projetos envolvendo 17 pesquisadores. Exemplos de projetos em andamento são apresentados abaixo:

  • Projetos na área de informática médica desenvolvendo software livres para aplicação direta em pesquisa ou para obter soluções dentro e fora do hospital (telemedicina, prontuários eletrônicos, heredogramas, integração de projetos, geoprocessamento, etc);
  • Vários projetos sobre screening neonatal para população de recém-nascidos do Paraná, como a “Pesquisa para Diagnóstico Precoce do Câncer de Córtex Adrenal: desenvolvimento de método próprio para detecção precoce, em teste de DNA”. Inédito em todo mundo, por ser de DNA com tecnologia paranaense, do próprio grupo de pesquisadores do IPP, o projeto procura a mutação que causa o tumor, fazendo com que as chances de cura passem de 50% para 95%. Até 2008, o exame deve atingir 300 mil bebês nascidos no Paraná;
  • Projetos voltados para identificar problemas em crianças nas escolas públicas do Paraná, como o “Transtornos Neurocognitivos e Comportamentais de Crianças e Adolescentes”, que tem o objetivo de testar a hipótese de que existe uma correlação entre transtornos neurocognitivos e comportamentais, alterações neuroquímicas e micronutricionais em um grupo de crianças com o diagnóstico de alguns dos principais transtornos. 600 crianças de Curitiba/PR envolvidas;
  • Projetos voltados para terapia celular para recuperação da função muscular, óssea, células sanguíneas e contra o câncer por meio da imunoterapia;
  • Projetos voltados para terapia celular para recuperação da função muscular, óssea, células sanguíneas e contra o câncer por meio da imunoterapia;
  • Projetos de biologia molecular para diagnóstico de problemas auto-imunes da criança como diabetes mellitus tipo I, ou para o diagnóstico de leucemias, câncer de córtex adrenal e outros;
  • Projetos relacionados com mecanismos das lesões e controle do loxocelismo. As lesões causadas pelas toxinas da aranha marrom é um problema endêmico do Paraná;
  • Projetos relacionados aos transplantes de órgãos e procedimentos cirúrgicos complexos;
  • Projetos voltados para questão do ambiente e de epidemiologia molecular, como o “Projeto de Geomedicina”, inédito no Brasil, que estuda a relação entre os fatores ambientais e a saúde pública. Reúne 32 pesquisadores de áreas como Medicina, Física, Informática, Química e Geologia, e está criando um grande banco de dados, que auxiliará políticas públicas. Mais de 120 tipos de elementos ou substâncias químicas consideradas nocivas são medidas em 736 pontos do solo paranaense e comparadas com as condições de saúde das regiões do Paraná. Colaboradores deste projeto GEOEDICINA são Mineropar do Paraná e federal, UFPR e EMBRAPA.

                                                 

Planta baixa da unidade básica do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe